Por quê? Uns causam raiva, outros rancor, os piores trazem consigo uma sombra fazendo rolar lágrimas não sabendo o que dizer, porém reconhece e abomina esse sentir... peito exprimidinho, apertado.
Desentendimentos.... Tais estes, impulsivamente geram frutos podres, podendo estragar toda a plantação nascida e cultivada. O controle é individual e algo totalmente imudável quando atitudes pioram situações já não boas naquele momento. É preciso controlar si mesmo. O pensar gera atitudes, atitudes sem pensar geram nada de bom. Porém entende-se que o agir em torno do não-pensar, simplesmente é origem daquele talo preso na garganta desse conceito entre esperar algo e decepcionar-se, simples. Quanto mais jovem, mais vítima. E a mente quente ainda, anuncia a fragilidade que o ser tem quando se importa, lágrimas continuam rolando. É preciso crescer, evoluir suas próprias concepções, dando assim menos contraste a comportamentos mal-vindos em momentos incorreto. Tudo o que pensa tão repentinamente, pesa tanto, porém terá que carregar, toda ação segue a reação e por aí vai, nomeia-se consequência. A verdade é: as medidas da emoção não cabem em um momento. Ao menos, semeie novamente aprendendo e evoluindo com desvarios, equívocos momentâneos, assim evitando próximos ...
Se palavras na questão não acalma o coração, agora menos?! Pois é.
Foi pior assim do que seria ao não expor tanta emoção de uma vez? Sei lá.
Adeus.
Adeus? Sei lá.
Deixar o ódio explícito é fácil, quero ver amar e quando cansar, amar mais. Deve-se mesmo tanto amar? Sei lá.
E se merecido não for? Não foi.
Tempo, tempo, tempo, tempo...
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