domingo, 21 de junho de 2015

Viagem solitária

Faltaria pouco agora... 
Da mesma forma que só uma mãe sabe o amor e alegria de conceder tamanha benção, só uma mãe sabe o óbvio amor e dor que sente pela alegria interrompida. É uma viagem solitária. 
A dor mais particular, inconsolável e incompreendida que já senti. Mas por quê? 
Ainda questiono, sim. Nada jamais será como foi. Uma parte de mim é um pedacinho do céu. 
É uma felicidade que dói. Felicidade por ter tido você aqui dentro, e dor por não poder te esperar mais aqui fora. 
É quase possível superar, mas a dor que o tempo minimizará, é a cicatriz que se cria pra sempre. 
É algo eterno. Não há nada que mude isso! 
Minha estrelinha!